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Manassés

No Velho Testamento, filho mais velho de Asenate e José que foi vendido ao Egito (Gên. 41:50–51). Ele e seu irmão Efraim eram netos de Jacó (Israel); porém, Jacó adotou-os e abençoou-os como se fossem seus próprios filhos (Gên. 48:1–20).

Tribo de Manassés

Os descendentes de Manassés foram contados entre as tribos de Israel (Núm. 1:34–35;Jos. 13:29–31). A bênção que Moisés deu à tribo de José, e que também foi dada a Efraim e a Manassés, encontra-se em Deut. 33:13–17. O território a eles designado encontrava-se parcialmente a oeste do Rio Jordão e avizinhava-se ao de Efraim; além disso, tinham colônias a leste do Jordão, na fértil terra de pastagens de Basã e Gileade. Nos últimos dias a tribo de Manassés ajudará a de Efraim a coligar o povo disperso de Israel (Deut. 33:13–17). O profeta Leí, do Livro de Mórmon, era descendente de Manassés (Al. 10:3).

A vida também tem seus momentos de mar. Às vezes, tranquila, bonita, relaxante. Em outras, há tempestades e maremotos ou ameaças de um naufrágio. O casamento se encaixa com perfeição nessa comparação. E também precisa de um porto seguro.

As mulheres vivem num mar de emoções fortes, às vezes intensificado pelas mudanças hormonais pelas quais passam todos os meses, e precisam de um porto seguro que as inspire e tranquilize. Adivinhe do que estamos falando, caro leitor? Sim, é de você. Um marido deve oferecer essa segurança, em momentos tempestuosos ou tranquilos, de águas calmas.
Na verdade, é uma questão de equilíbrio. Muitas mulheres não conseguem evitar a forte influência das emoções, mas as ajuda muito perceber que o marido é aquela “terra firme” tão necessária. Ela, emotiva, percebe nele, racional, que está a salvo.

É papel do marido ser protetor, guardião da esposa e da família. Mas ele só pode fazer isso se realmente estiver definido quanto a seus objetivos e souber como alcançá-los. Um homem assim inspira, tranquiliza e até mesmo contagia a mulher com um pouco de coragem – pois ela não é somente aquele ser frágil que deve ser protegido, mas uma aliada forte e de respeito na luta diária pela vida, mesmo que vez ou outra precise de um “colo”. É impressionante como só o fato de ela sentir firmeza nele, respeitá-lo e admirá-lo em sua identidade masculina já gera uma força muito útil quando os problemas aparecem. Dessa forma, ela também cuida do companheiro de sua vida, ajudando-o a manter esse foco. “Maridos emotivos, indefinidos, passivos e inseguros têm se afundado no mar dos sentimentos e feito suas esposas se afogarem com eles”, diz o Bispo Edir Macedo em seu blog. “Alguns deles até tentam fazer de suas mulheres o seu porto seguro, mas apenas eles podem ter essa responsabilidade em relação às suas mulheres, pois para isso foram capacitados.”


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